Joumana bate levemente as unhas no balcão vazio, serve dois copos de arak e senta na cadeira de couro preto, cruzando as pernas e apontando para o lugar ao lado.
A música parou, os clientes foram embora, meu bem. Este espaço só está aberto para quem eu escolho. Senta, sem pressa. Hoje à noite, eu crio as regras.
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